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Ralph Marcellini |
| Empresário |
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Aprender a me conhecer, a entender o próprio comportamento, fortaleceu e tornou mais verdadeiro meu relacionamento com as demais pessoas. Contribuiu muito na valorização da relação com meus pais, a quem agradeço tudo o que sou hoje. E o Processo nos mostra como amar as pessoas e que nada é mais importante que o amor. Esse é o maior valor que guardo dessa experiência, além da crença em Deus e que perante ele somos todos iguais. |
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Beth Pimenta |
| Diretora |
| Água de Cheiro |
O Processo Hoffman me deu esta parada e este voltar para o meu interior, que foi excepcional. Este ano eu balizei minha vida de forma diferente do ano passado. Aí eu me pergunto: O mundo mudou? A Água de Cheiro mudou? As dificuldades sumiram? O Brasil ficou uma maravilha? Não. Eu é que mudei a minha percepção, a minha forma de ver o mundo. E isto foi muito bom para mim. |
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Ailton Carneiro |
| Consultor |
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Fiz o Processo em 1999 e obtive um resultado verdadeiramente transformador. Um ano e meio após o Processo perdi meu pai. Apesar da maneira demorada e dolorosa, encarei de forma madura e com gratidão. Percebi que não haviam mágoas e nem culpas, somente amor. Quanto mais se distancia o tempo decorrido da vivência, mais consigo perceber seus resultados. |
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Mariângela Lima |
| Promoter |
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Participar do Processo Hoffman foi para mim um momento rico e de amadurecimento. Pude reorganizar a minha história e me conhecer melhor. Revivi minha força de vontade e pude ter prazer de viver de novo. |
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Celma Ferreira Luz |
| Gerente de Recursos Humanos |
| RLAM – Petrobrás |
“O ponto de partida dos encaminhamentos da RLAM para o Hoffman foi a liderança. O entendimento era que como a empresa é eminentemente técnica e os líderes na sua maioria, engenheiros, portanto cartesianos, precisávamos adotar uma linha de ajuda a essas pessoas para que elas pudessem melhorar a sua atuação sob o ponto de vista de gestão de pessoas. A idéia foi promover uma transformação de olhar, através da ampliação de consciência com forte ênfase para o humano,, sem dissociar dos resultados da companhia nem perder de vista as características do negócio.
Nossa premissa era de que a partir do auto-conhecimento as pessoas poderiam dar um salto na sua atuação pessoal, social e profissional.
Partimos então para envolvimento dessas pessoas com cuidado e atenção especial no que se refere a questões pessoais, preservando assim a identidade pessoal. Esse trabalho foi realizado por mim, então gerente de Recursos Humanos, função que exerço até a presente data, que não somente apostei no projeto, mas me submeti a ele antes de trazer para a empresa. Com conhecimento de questões que impactavam negativamente no ambiente organizacional e que necessariamente não tinham relação com questões técnicas fazia abordagem individual utilizando a escuta e o meu conhecimento sobre o Processo.
Podemos citar alguns pontos que foram fortalecidos nas pessoas:
. Sinais de transformação da liderança.
. Fortalecimento do trabalho em equipe.
. Auto-conhecimento.
. Melhoria nas relações inter pessoais.
. Maior integração das metas pessoais com as da organização.” |
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Mauro Paiva |
| Diretor Gerente da CIPESA Engenharia S/A |
| CIPESA Engenharia S/A |
-“Hoje me conheço melhor. Estou mais feliz porque filtrei ressentimentos que prejudicavam o meu dia-a-dia. Melhorei o meu relacionamento com as pessoas, com a família e principalmente com os meus filhos. A decisão de oferecer o Processo Hoffman aos funcionários da Cipesa Engenharia trouxe diversos benefícios, a união entre os colaboradores melhorou. A equipe está se ajudando mais porque eles estão se conhecendo melhor. E esta integração certamente gerará bons frutos para a empresa.
Com o momento econômico que estamos vivenciando algumas empresas só se preocupam com a inovação tecnológica e treinamento técnico de sua equipe, e se esquecem que elas só terão potencial produtivo se estiverem com a saúde emocional equilibrada. Após o Processo sinto que a empresa está revigorada para aceitar novas mudanças e desafios.
Acreditamos que as pessoas são o maior patrimônio de uma empresa. Por isso não medimos esforços para investir em ferramentas que tornem os colaboradores mais capacitados e felizes. Para sobreviver neste mercado competitivo e globalizado temos que investir o máximo no crescimento da equipe para mantê-la sempre estimulada. A resposta será o sucesso.” |
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Paschoal Guimarães Robbs |
| Diretor da CICLO – Consultor do Sebrae |
| CICLO |
“Cientes da necessidade de desenvolver aspectos qualitativos, a CICLO investiu na qualificação do seu quadro de pessoal. O resultado foi a consolidação de uma equipe unida, criativa, alegre, comprometida com os valores e objetivos da empresa e, sobretudo, reconhecida por todos os parceiros e clientes.
O Processo propiciou a cada um maior contato com o seu interior, trazendo à tona maior criatividade, iniciativa e espírito de compartilhar e colaborar. Isto refletiu em soluções mais rápidas e melhores para os problemas que surgiam, pois havia maior interesse e confiança em colaborar e encontrar soluções.
O grupo ficou bastante fortalecido, pois todos começaram a desempenhar suas funções de maneira mais séria, profissional e comprometida. No nosso caso, que atendemos a todo o Brasil, os elogios e reconhecimentos feitos ao nosso grupo da CICLO, chegam de todas as partes, o que nos faz sentir seguros de que fizemos o investimento mais correto que poderíamos ter feito.
Só conseguimos atingir os resultados que tivemos nesses últimos anos porque há 3 - 4 anos atrás oferecemos aos nossos técnicos e funcionários a oportunidade de fazer o Processo Hoffman. E todos fizeram.” |
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Noaldo Moreira Dantas Filho |
| Consultor em Desenvolvimento Organizacional |
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Tenho visto organizações públicas e privadas investirem muito em treinamentos que contemplam o conhecimento cognitivo sem alcançarem os resultados esperados. A pergunta que fico a me fazer é, por quê? A meu ver uma das respostas é a premissa que temos de ser mais racionais do que emocionais quando na realidade a dimensão emocional é que termina balizando boa parte das nossas decisões mais importantes.
Estamos vivendo numa época onde o trabalhar em equipe é uma questão fundamental, diria até de sobrevivência para as organizações e conseqüentemente de empregabilidade para os integrantes das mesmas. Muitas vezes este trabalho é bloqueado pela dificuldade de relacionamento inter-pessoal, que por outro lado depende de nossa capacidade de nos relacionar conosco mesmo (feito o sujeito que era de tão difícil convívio que morava sozinho e saiu de casa...).
O Processo Hoffman, a meu ver, é uma excelente oportunidade de fazer uma faxina d’alma, de reencontrar com o que há de melhor em cada um de nós, de renascer com a vantagem de ter a experiência de anos já vividos, de fazer um pacto de paz consigo e com o mundo, de presentear com algo inesquecível quem sempre procurou corresponder às expectativas dos outros nos diversos palcos existências (como filho, esposo, pai, amigo, profissional) e ficou sempre com as sobras, de jogar o jogo ganha-ganha, pois ganha quem faz já que passa a entender melhor a si mesmo e às pessoas ao seu redor, e ganha estas mesmas pessoas que passam a desfrutar o que de melhor podemos oferecer (compreensão, amor, entendimento, paz, tranqüilidade) enfim é si redescobrir, é se tornar mais inteligente no inter-pessoal e no intra-pessoal. Lamento em não ter feito o Processo Hoffman antes, pois me tornei mais equilibrado no lidar com situações estressantes, mais compreensível com as pessoas, mais sensível às causas fundamentais dos problemas na vida pessoal e profissional, mais tranqüilo, mais aberto, mais ousado, mais consciente dos meus potenciais, mais inteligente emocionalmente, enfim mais feliz.
Resumindo, o Processo Hoffman possibilita um salto quântico no contexto do autoconhecimento que faz melhorar o trabalho em equipe, que por sua vez, possibilita um melhor aproveitamento da inteligência coletiva e da capacidade de inovar da organização, resultando numa melhor posição competitiva no mercado/sociedade. |
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José Ronaldo Carlos de Almeida Mendonça |
| Diretor de Tributação - Secretaria da Fazenda |
| Secretaria da Fazenda de Minas Gerais |
“Confesso que não me animei com o convite feito pela Escola Fazendária da Secretaria Executiva de Fazenda de Alagoas para que eu participasse do Processo Hoffman da Quadrinidade. Depois de vinte anos de efetivo exercício, como fiscal de tributos estaduais, acabara de ser convidado para assumir, pela primeira vez, um cargo de gestão, notadamente o de Diretor de Tributação da mesma Secretaria, e estava ansioso para assumir essa atribuição.
Todavia fui; como quem faz algo alheio à própria vontade. E esse foi o meu primeiro engano. Pois, se fui, a escolha de ir foi minha, o que percebi claramente durante o Processo.
Ocorre que me agitava uma dúvida: deveria a Secretaria pagar para um servidor, com atribuições específicas, um curso que aparentemente pouco tinha a ver com essas atribuições? Antecipadamente, decidi que não; e propus-me também a demonstrar isso durante o decorrer do processo. E esse foi meu segundo engano, pois, antes do final do mesmo, já havia desistido de provar que havia impropriedade nessa decisão administrativa.
Sei que criei uma série de dificuldades interiores para não participar ou adiar minha participação no Processo. Ora, isolar-me, durante longos oito dias, numa fazenda do interior de Alagoas, entre 22 e 29 de outubro de 2004, para discutir questões relacionadas ao amor, parecia-me coisa fora de qualquer propósito. Mesmo porque, para mim, minha presença nesse lado de cá do mundo, parecia ser imprescindível e inadiável (por isso, com as devidas cautelas, quero considerar esse meu terceiro engano).
Sei que no decorrer da minha vida profissional, tinha como prática atuar em cargos que não representassem responsabilidades de gestão seja por um motivo ou por outro, mas, sobretudo porque era cômodo.
Ao sair do Processo Hoffman, estava mais seguro do que nunca de que queria assumir o cargo de direção para o qual tinha sido convidado, que estava a altura desse cargo e preparado para assumir os desafios que surgissem à minha frente, porque essa tinha sido a minha escolha.” |
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Márcio Rodrigues |
| Consultor, empresário e coordenador nacional do Propan |
| Propan |
Já participou de diversos seminários e congressos em todo o país, já proferiu mais de 1.000 palestras e é respeitado no meio em que atua – panificação. Já adquiriu o reconhecimento pela sua capacidade de realização e empreendedorismo. Realizado também em sua vida pessoal, com esposa e três filhas, Márcio Rodrigues ainda sentia que havia alguns ‘ajustes’ a fazer em sua vida e muito de si mesmo a descobrir. Pensando nisso, resolveu participar do Processo Hoffman...
“Através dessa experiência passei a me conhecer verdadeiramente diante das minhas responsabilidades e de todas as dores que me afligem. Após uma semana de descobertas, me sinto renovado e muito mais forte para enfrentar os desafios que tenho em meu caminho. Com meus quarenta anos de idade batendo à porta, sinto somente agora que, através desse processo tenho segurança para viver plenamente minha auto-aceitação. Aconselho todos a participarem, pois é somente através do conhecimento pessoal que podemos melhorar nossos relacionamentos. Quanto mais pessoas puderem se renovar, mais fácil será a conquista de um mundo melhor”. |
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Omar Coelho de Mello |
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| OAB / AL |
Presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Estado ANAPE
Presidente da Comissão de Ética na Administração Pública da OAB/AL
Ex-Procurador Geral do Estado de Alagoas
Presidente da Associação dos Procuradores do Estado de Alagoas
“A excepcionalidade do Processo Hoffman da Quadrinidade está no fato de, em brevíssimo tempo, fazer você detectar tudo aquilo que lhe causa incômodo, indo buscar a origem disto, e municiar-se de ferramentas para superá-los. Aprendemos nos bancos escolares que ‘o ser humano nasce, cresce, reproduz-se e morre.’ Após vivenciar o Processo Hoffman passamos a ver aquela sentença de uma nova forma; o ser humano nasce, cresce, reproduz-se – não necessariamente, nem nessa ordem -, faz o Hoffman, renasce e morre – tendo plena consciência de que plantou e dos frutos que deixou, portanto, em paz.” |
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